Aulas

O CURSO ONLINE DE CINEMA é um curso contínuo. Uma nova aula é adicionada toda semana.

Ao assinar o curso, você ganha acesso imediato a todas as aulas disponíveis e terá acesso a uma nova aula todas as semanas. O curso não tem previsão para terminar.


AULAS DISPONÍVEIS:

AULA 001 – COMO COMEÇAR A ESTUDAR CINEMA | 41 min
Muitas pessoas me perguntam como começar a estudar cinema por conta própria. Quais filmes assistir? Quais livros ler? Como fazer um plano de estudos? Essa aula funciona como um guia inicial que responde a todas essas perguntas e várias outras.

AULA 002 – OS ELEMENTOS EXPRESSIVOS DO CINEMA | 38 min
Todo filme possui uma dimensão objetiva e uma dimensão sensorial. A maneira como esses dois valores se relacionam está diretamente ligada aos elementos expressivos da linguagem cinematográfica.

AULA 003 – AS ORIGENS DO CINEMA | 49 min
Como o cinema surgiu? Ainda que a história do cinema não siga uma ordem exatamente linear, é essencial entender o contexto das primeiras manifestações da linguagem audiovisual para compreender os seus princípios básicos.

AULA 004 – A UNIDADE ESTILÍSTICA DE UM FILME | 39 min
Todo filme responde a uma unidade. Mais do que simplesmente articular bem os elementos da linguagem como fotografia, montagem e roteiro, uma obra deve possuir uma unidade estilística. Uma visão do diretor que englobe todos os aspectos do filme.

AULA 005 – O ROTEIRO CINEMATOGRÁFICO | 55 min
Um bom roteiro necessita de uma boa dramaturgia. Uma dramaturgia que expresse sua ideia em ações e não meramente expõe o seu tema. Além falar sobre definições essenciais sobre o assunto, essa aula oferece uma introdução ao desenvolvimento e formatação de um roteiro cinematográfico.

AULA 006 – O CINEMA DE D. W. GRIFFITH | 53 min
D. W. Griffith foi um dos cineastas que melhor aperfeiçoou alguns elementos técnicos e expressivos do cinema. Através de um uso inventivo da montagem e de planos que realçavam as expressões dos seus personagens, Griffith foi um diretor essencial no desenvolvimento da linguagem cinematográfica.

AULA 007 – A EVOLUÇÃO DA LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA | 42 min
A linguagem do cinema está evoluindo? Até os anos 30 e 40 a linguagem cinematográfica ainda estava assimilando elementos técnicos essenciais. Após uma maturidade moderna que atinge o seu ápice nos anos 60, essa evolução se torna muito mais não linear.

AULA 008 – O QUE É DECUPAGEM? | 41 min
A decupagem é a forma em que o diretor divide o seu roteiro em planos. Após o diretor definir de que maneira deseja filmar o seu filme, o cineasta e a equipe precisam encontrar soluções técnicas para concretizar essa visão.

AULA 009 – A MONTAGEM NO CINEMA | 48 min
Assim como a decupagem, a montagem é um princípio expressivo essencial em qualquer filme. Essa aula reflete tanto sobre aspectos teóricos da montagem como também sobre a sua função prática e criativa no processo de realização de uma obra audiovisual.

AULA 010 – CINEMA EXPERIMENTAL: UMA INTRODUÇÃO | 49 min
Desde o início do cinema os realizadores propõem experimentações com a linguagem. Ao longo dos anos, a radicalidade do cinema experimental se mostra vital para revelar as mais variadas possibilidades do audiovisual.

AULA 011 – AS ORIGENS DO CINEMA DE TERROR | 41 min
O terror é um gênero presente em várias fases da história do cinema. Essa é a primeira aula de uma série de aulas sobre o gênero. Iremos entender de que forma filmes como O Gabinete do Dr. Caligari (1920), A Carruagem Fantasma (1921), entre outros, lidavam de forma inventiva e inovadora com os elementos da linguagem cinematográfica.

AULA 012 – ESCOLHENDO UMA CARREIRA PROFISSIONAL NO CINEMA | 47 min
Como começar uma carreira no mercado audiovisual? Além de falar sobre a minha próprio trajetória como montador e cineasta , nessa aula eu dou alguns conselhos práticos para quem deseja trabalhar com cinema e audiovisual de forma profissional.

AULA 013O PLANO CINEMATOGRÁFICO: PRINCÍPIOS DE COMPOSIÇÃO | 42 min
​Ao compor um plano, um diretor pode seguir alguns princípios de composição que irão tornar a sua decupagem mais cinematográfica. Não existem regras nesse sentido, mas convenções que podem enriquecer o aspecto dramático do que é filmado.

AULA 014DESENVOLVIMENTO DE ROTEIRO – PARTE 1: DA IDEIA AO ARGUMENTO | 41 min
​Antes de começar a escrever o seu roteiro, é necessário que a sua história passe por algumas fases iniciais como a storyline, o script outline e o argumento. Nessa aula iremos entender a função de cada uma dessas fases e de que maneira elas podem contribuir para o nosso processo criativo.

AULA 015 – OS ENQUADRAMENTOS CINEMATOGRÁFICOS | 42 min
No processo de decupagem, o diretor precisa definir de que forma irá enquadrar ​os planos do seu filme. Nessa aula iremos entender quais são os enquadramentos do cinema e que efeitos narrativos eles podem articular.

AULA 016 – AS TRAMAS DE UMA NARRATIVA | 44 min
A partir das definições de arquitrama, minimatra e antitrama, de Robert McKee, essa aula reflete sobre as diferentes estruturas que uma narrativa pode ter. Seja com uma estrutura tradicional ou mais livre, cada história possui os seus princípios específicos.

AULA 017 – DESENVOLVIMENTO DE ROTEIRO PARTE 2: DO ARGUMENTO AO ROTEIRO | 54 min
Após desenvolver o argumento, você deve fazer uma escaleta da sua história (uma lista de cenas com cabeçalhos) e, depois disso, começar a de fato desenvolver o roteiro. Diferente das fases descritas na primeira parte da aula, a escaleta e o roteiro possuem um formato mais específico e padronizado

AULA 018 – O QUE É VIDEOARTE? | 44 min
​A partir dos anos 60, alguns artistas e cineastas passam a se utilizar do vídeo como uma forma de expressão. Apesar do vídeo ainda ter uma resolução baixa em suas primeiras décadas de existência, a videoarte se torna um dos formatos mais inventivos do cinema experimental.

AULA 019 – O INÍCIO DO CINEMA NOVO BRASILEIRO | 40 min
​No início dos anos 60 surge no Brasil um dos movimentos cinematográficos mais importantes do nosso país. Nessa primeira aula sobre Cinema Novo iremos entender o contexto que deu origem ao movimento. Quais foram os principais filmes e cineastas desse momento inicial.

AULA 020 – OS MOVIMENTOS DE CÂMERA: PARTE 1 | 42 min
Entender os movimentos de câmera é essencial para assimilar a estética de um filme em todas as suas possibilidades. Ao compreender quais são seus esses movimentos, assimilamos melhor a linguagem do cinema e podemos tornar a decupagem dos nossos próprios filmes ainda mais expressivas.

AULA 021 – OS MOVIMENTOS DE CÂMERA: PARTE 2 | 39 min
Nesta segunda parte da aula, reflito sobre o uso de equipamentos como grua, steadicam e trato sobre alguns movimentos de câmera complementares aos da aula anterior. Além de discutir sobre as particularidades de um método de filmagem mais livre como a câmera na mão.

AULA 022 – O ÁPICE DO CINEMA NOVO BRASILEIRO | 45 min
Entre os anos de 1963 e 1965, o cinema novo brasileiro vive um dos seus momentos mais ricos. Nessa segunda parte da aula sobre o movimento, iremos entender como os princípios estéticos destes cineastas revolucionaram o cinema moderno brasileiro.

AULA 023 – O CINEMA DE TERROR CLÁSSICO | 41 min
Nos anos 30 e 40, alguns estúdios norte-americanos passam a lançar filmes de terror. O gênero, então, começa a se estabelecer tanto a partir de uma vertente mais tradicional como também a partir de uma abordagem mais psicológica.

AULA 024 -COMO O DIRETOR DEFINE UMA UNIDADE ESTILÍSTICA | 43 min
No momento de filmar um roteiro, o diretor precisa definir uma abordagem própria sobre aquela história, uma unidade estilística que reflita a sua ideia sobre aquela premissa. Além de comentar de forma geral sobre como um cineasta pode articular o seu estilo próprio, nessa aula eu falo sobre a minha experiência definindo a unidade estilística do meu curta-metragem O Último Retrato (2016).

AULA 025 – O FIM DO CINEMA NOVO BRASILEIRO | 51 min
​No final dos anos 60, o movimento do cinema novo vai se aproximando do seu fim. Enquanto alguns diretores até compartilham de um mesmo interesse temático e formal, outros já passam a se focar em novas perspectivas.

AULA 026 – OS ÂNGULOS DE CÂMERA: PARTE 1 | 40 min
Assim como os enquadramentos e os movimentos de câmera, os ângulos de câmera são um aspecto essencial de uma decupagem. Esse conhecimento pode nos ajudar na decupagem dos nossos próprios filmes como também na nossa assimilação crítica das obras do cinema.

AULA 027 – OS ÂNGULOS DE CÂMERA: PARTE 2 | 39 min
Além de falar sobre alguns ângulos complementares que não foram abordados na aula anterior, nessa aula eu mostro como a variação do ângulo da câmera ao filmar um rosto pode causar diferentes impressões.

AULA 028 – DESENVOLVIMENTO DE ROTEIRO PARTE 3: O PROCESSO CRIATIVO | 43 min
​Nessa aula eu toco em questões relacionadas ao processo criativo do roteirista. Reflito sobre a diferença entre caracterização e personagem, falo sobre a rotina ideal de um roteirista e comento sobre outras questões desse processo.

AULA 029 – A NOUVELLE VAGUE FRANCESA: CONTEXTO INICIAL | 46 min
​Antes dos filmes mais icônicos da nouvelle vague surgirem, já podemos perceber um contexto muito particular no cinema moderno francês. Nesse sentido, algumas obras e textos críticos tiveram o papel de preparar o terreno para o famoso movimento.

AULA 030 – A IMPORTÂNCIA DA FORMA CINEMATOGRÁFICA | 44 min
​​A partir de dois textos da autora Susan Sontag, reflito sobre como é essencial termos consciência da forma cinematográfica. O impacto de um filme não está apenas na sua história ou premissa, mas na forma em que os elementos da linguagem são articulados pelo diretor, na relação entre a forma e o conteúdo.

AULA 031 – A NOUVELLE VAGUE FRANCESA: O ÁPICE DO MOVIMENTO | 43 min
​​​Na virada dos anos 50 para os anos 60, a nouvelle vague francesa vive o seu momento mais importante. Nesta aula reflito sobre como as obras mais icônicas do movimento estabeleceram relações particulares com a linguagem cinematográfica.

AULA 032 – PRODUZINDO O SEU PRIMEIRO CURTA-METRAGEM | 42 min
​​​Nessa aula eu dou algumas dicas sobre como você pode produzir o seu primeiro curta-metragem. Falo sobre as principais fases de produção de um curta e apresento um panorama geral mais prático sobre a realização cinematográfica.

AULA 033 – UM OUTRO LADO DA NOUVELLE VAGUE | 41 min
​Na nossa terceira aula sobre a nouvelle vague francesa, eu falo sobre alguns filmes e diretores que pertencem a um lado mais alternativo do movimento. Apesar de algumas dessas obras não serem tão conhecidas, elas foram muito importantes para esse contexto específico do cinema moderno francês.

AULA 034 – O QUE TORNA UMA UNIDADE ESTILÍSTICA RUIM? | 43 min
​Agora que já conhecemos bem o conceito da unidade estilística, nessa aula eu comento sobre alguns filmes que, na minha perspectiva, não lidam bem com a linguagem cinematográfica. Obras que não articulam bem a sua unidade estilística ou apenas ilustram o seu roteiro.

AULA 035 – GUIA ESSENCIAL DE LEITURAS SOBRE CINEMA | 43 min
​Essa é uma aula inteira dedicada a indicações de livros sobre cinema. Além de comentar sobre algumas obras essenciais, eu apresento um plano de “fases” para essas leituras. Defino uma ordem em que esses livros podem ser lidos para tornar nosso estudo mais produtivo.

AULA 036 – MONTAGEM NA PRÁTICA: FUNÇÕES BÁSICAS | 40 min
​Nessa nossa primeira aula prática sobre montagem, eu apresento algumas funções básicas utilizando o software livre Shotcut. Mostro como importar arquivos, fazer cortes e exportar um vídeo simples.

AULA 037 – O QUE É UM FILME-ENSAIO? | 42 min
​Nessa aula iremos pensar em como alguns elementos ensaísticos da linguagem audiovisual são explorados por certos filmes. Mais do que um gênero, o filme-ensaio é um formato que tende a misturar diversas abordagens a partir de um método livre.

AULA 038 – TERROR DOS ANOS 50: FILMES DE MONSTROS | 41 min
​Em mais uma aula da nossa série sobre filmes de terror, eu reflito sobre uma tendência específica do cinema dos anos 50: os filmes de monstros. Obras que apresentam criaturas ameaçadoras e que, em certo sentido, dialogam com um momento histórico do pós-guerra.

AULA 039 – O CINEMA DE JEAN-LUC GODARD | 46 min
​A obra de Jean-Luc Godard é uma das mais desafiadoras da história do cinema. Nessa aula eu apresento um panorama sobre o trabalho do cineasta. Divido sua obra em possíveis fases a partir de seus interesses e abordagens com a linguagem.

AULA 040 – DESENVOLVIMENTO DE ROTEIRO PARTE 4: KIT SCENARIST | 35 min
​​Essa é uma aula inteira dedicada ao KIT Scenarist​, um software gratuito para desenvolvimento e formatação de roteiro. Nessa primeira aula sobre o programa, eu explico suas principais funções e mostro como podemos desenvolver uma escaleta. Tudo isso tendo como base um roteiro de longa-metragem que eu mesmo estou escrevendo.

AULA 041 – COMO FUNCIONA UMA CÂMERA? | 36 min
​Nessa aula introdutória sobre câmera entendemos alguns aspectos essenciais da imagem em movimento e como usar controles como diafragma, ISO e obturador. Utilizo uma câmera bastante acessível – a Canon SL3 – para explicar o que são esses controles e como começar a lidar com eles na prática.

AULA 042 – AS DUAS VERSÕES DE PSICOSE | 39 min
A partir da refilmagem de Gus Van Sant de PSICOSE (1960), essa aula reflete sobre como pequenas mudanças estilísticas podem ressignificar aspectos essenciais de uma obra. Ao mesmo tempo que a nova versão do filme busca refazer elementos formais do original, ela subverte o filme de Hitchcock em outros sentidos.

AULA 043 – DESENVOLVIMENTO DE ROTEIRO PARTE 5: ESCREVENDO UM ROTEIRO NO KIT SCENARIST | 39 min
Nessa segunda aula dedicada ao Kit Scenarist, eu falo sobre os elementos do desenvolvimento de uma cena. Além de comentar sobre as funções do programa nesse quesito, reflito sobre como podemos tornar a escrita do roteiro mais visual e dinâmica.

AULA 044 – A TRILOGIA DA MORTE DE GUS VAN SANT | 40 min
​A partir de reflexões sobre os filmes que formam a Trilogia da Morte do cineasta Gus Van Sant – Gerry (2002), Elefante (2003)​ e Últimos Dias (2005)​ – esta aula mostra como o diretor norte-americano consegue traduzir sensações e acontecimentos ambíguos através da linguagem audiovisual.

AULA 045 – AS LENTES DA CÂMERA – PARTE 1 | 36 min
​​Nessa primeira aula sobre lentes iremos entender o conceito da distância focal. Cada distância focal possui características visuais diferentes que devem ser levadas em conta em uma produção. Além de ilustrar isso mostrando alguns trechos de filmes, fiz alguns testes práticos usando o meu próprio kit de lentes para evidenciar essas possibilidades.

AULA 046 – O BLOCKBUSTER MODERNO | 38 min
​​​Após um período de instabilidade que vinha desde o final dos anos 40, Hollywood encontra no formato do blockbuster moderno um modelo de sucesso comercial que se reflete até os dias de hoje.

AULA 047 – INTRODUÇÃO AO DOCUMENTÁRIO | 36 min
Um documentário não é um registro da realidade. Um documentário é um tratamento criativo da realidade. Nessa primeira aula dedicada ao gênero, eu comento sobre filmes como PRIMÁRIAS (1960), GREY GARDENS (1975) e NANOOK, O ESQUIMÓ (1922) para refletir sobre uma possível definição do documentário e evidenciar suas possibilidades criativas.

AULA 048 – AS LENTES DA CÂMERA: PARTE 2 | 38 min
Nessa segunda aula sobre lentes, eu falo sobre como o foco pode ser usado para produzir efeitos narrativos e estilísticos específicos. Explico, através de testes utilizando uma câmera Canon SL3, como a abertura do diafragma pode influenciar na profundidade de campo da imagem. Além disso, comento sobre a origem das lentes anamórficas e mostro como obras como Moonlight: Sob a Luz do Luar (2016) e La La Land: Cantando Estações (2016)​ se utilizam dos efeitos de tais lentes para construir abordagens visuais particulares.

AULA 049 – PRODUÇÃO DE CONTEÚDO E MARKETING DIGITAL | 43 min
​Se você quer viver de cinema, seja oferecendo seus serviços ou produzindo conteúdo, é essencial que você saiba como alcançar o seu possível público alvo. Nessa aula eu dou vários conselhos sobre qual é a melhor forma de desenvolver e promover o seu trabalho nesse sentido. Revelo quais formatos de conteúdo mais funcionam no meu próprio trabalho e quais ferramentas de marketing digital podem ser usadas para isso.

AULA 050 – O INÍCIO DO NEORREALISMO ITALIANO | 34 min
​O Neorrealismo italiano foi um dos movimentos mais importantes do cinema moderno. Nessa aula eu comento sobre o contexto inicial do movimento e mostro que, mesmo antes dos filmes mais icônicos do neorrealismo surgirem, já é possível perceber tendências modernas em obras específicas do cinema italiano.

AULA 051 – A MORAL DE UM FILME | 39 min
​Todo filme quer passar uma mensagem? Em seu artigo SOBRE O ESTILO, a autora Susan Sontag define que a função da arte não é construir um comentário sobre o mundo, mas sim gratificar a nossa consciência de forma inteligente. A partir desse artigo e de alguns comentários sobre a obra de diretores como Clint Eastwood, essa aula mostra que, mais importante do que concordar com a possível mensagem de um filme, é perceber como as obras lidam de maneira complexa e abrangente com seus temas.

AULA 052 – O ÁPICE DO NEORREALISMO ITALIANO | 37 min
Nesta segunda aula sobre o neorrealismo italiano, eu comento sobre algumas das obras mais icônicas do movimento. Filmes como Roma, Cidade Aberta (1945), Ladrões de Bicicletas (1948) e A Terra Treme (1948) evidenciam, cada um ao seu modo, as principais características dessa fase do cinema italiano. Mesmo que tratando de temas e contextos semelhantes, os diretores possuem abordagens muito específicas e pessoais em suas escolhas de linguagem.

AULA 053 – O REALISMO NO CINEMA CONTEMPORÂNEO | 35 min
A partir da análise de filmes como Gosto de Cereja (1997), Rosetta (1999), Abril Despedaçado (2001) , entre outros, essa aula reflete sobre as diferentes formas que o cinema contemporâneo busca uma abordagem mais realista. Não basta ligar a câmera e, simplesmente, registrar o real. Cada uma dessas abordagens possui um método e faz uma escolha estética específica. É importante lembrar que toda noção de realismo é uma representação, é uma escolha de linguagem que segue um conjunto de regras sociais que depende do lugar ou da época.

AULA 054 – INTRODUÇÃO À ILUMINAÇÃO | 34 min
Nessa aula focada em iluminação nós compreendemos como a abordagem com a luz pode definir o conceito de um filme. Além de falar sobre as diferentes fontes de luz que podem ser usadas em um set de cinema , comentar sobre temperatura de cor e outros aspectos essenciais desse tema, eu mostro, na prática, um método básico de iluminação de 3 pontos.

AULA 055 – O FIM DO NEORREALISMO ITALIANO | 36 min
Nesta terceira aula sobre o neorrealismo italiano, eu comento sobre obras como Stromboli (1950), Dois Vinténs de Esperança (1952), Sedução da Carne (1954), entre outras que caracterizam um momento de transição e possível fim do movimento Ao mesmo tempo que alguns dos diretores mais icônicos do neorrealismo, como Roberto Rossellini e Luchino Visconti, buscam explorar novas formas de cinema, filmes como Garotas da Praça de Espanha (1952) conciliam a temática neorrealista com uma abordagem mais leve.

AULA 056 – AS ORIGENS DO DOCUMENTÁRIO | 38 min
Na Aula 047 pensamos em possíveis definições para o documentário e compreendemos suas várias possibilidades. Agora iremos entrar em um conteúdo mais histórico sobre o gênero. A partir da análise de obras de cineastas como Edward S. Curtis​, Robert Flaherty​ e Dziga Vertov, nesta aula eu reflito sobre as possíveis origens do documentário. Ainda que o gênero tenha demorado algumas décadas para se estabelecer como um formato independente, já podemos identificar algumas tradições relacionadas a ele no início do cinema.

AULA 057 – O CINEMA MODERNO NORTE-AMERICANO | 35 min
Durante os anos 50 e 60, podemos perceber abordagens modernas em várias obras do cinema norte-americano. Antes dos cineastas da Nova Hollywood se estabelecerem como os nomes mais fortes de uma renovação que ainda iria acontecer, filmes de diretores como Joseph Losey​, John Cassavetes​, Nicholas Ray​, Joseph H. Lewis​, entre outros, já demonstravam uma preocupação tanto com temas modernos como também com uma articulação da linguagem que recusava um tom espetacular do cinema tradicional dos Estados Unidos.

AULA 058 – O SOM NO CINEMA | 34 min
Como o som surgiu no cinema? Antes mesmo de obras icônicas como O Cantor de Jazz (1927)​, alguns inventores e cineastas já trabalhavam com experimentações envolvendo o som e a imagem. Essa aula oferece uma reflexão sobre as origens do som tanto a partir dessas invenções como a partir de algumas obras que, durante os anos 20 e 30, apresentam um trabalho sonoro muito expressivo. Filmes como M (1931), Ama-me Esta Noite (1932)​ e The Deserter (1933) ​já integram muito bem o trabalho sonoro com as possibilidades da imagem, criando um efeito único a partir dessa relação.

AULA 059 – PROPRIEDADES DO SOM E CAPTAÇÃO DE ÁUDIO | 30 min
Nesta aula tratamos sobre aspectos mais técnicos do som. Além de refletir sobre algumas propriedades básicas como intensidade, altura e timbre, eu comento sobre modelos de microfones e dou várias indicações sobre captação de áudio. Mesmo com um equipamento barato, é possível gravar um som nítido e de qualidade. É essencial que todo estudante de cinema conheça aspectos básicos do som para que possa usar esse elemento da linguagem de modo expressivo.

AULA 060 – CINEMA MARGINAL BRASILEIRO: CONTEXTO INICIAL | 39 min
Na nossa primeira aula sobre o Cinema Marginal Brasileiro compreendemos o contexto inicial do movimento. Se por um lado o Cinema Novo atinge o seu ápice nos anos 60, por outro já é possível perceber a presença de obras nacionais que não se encaixam na estética cinemanovista. Os primeiros trabalhos de José Mojica Marins, Ozualdo Candeias, Júlio Bressane, entre outros, já demonstram elementos temáticos e estilísticos que viriam a se tornar características do Cinema Marginal Brasileiro.

AULA 061 – A IDENTIDADE DO CINEMA MARGINAL BRASILEIRO | 36 min
Nesta nossa segunda aula sobre cinema marginal brasileiro, começamos a entender mais sobre a identidade do movimento. A partir da análise de obras de diretores como Andrea Tonacci, Fernando Coni Campos, José Agrippino de Paula e Neville d’Almeida, percebemos que o cinema marginal busca se apropriar de referências culturais que vão muito além do cinema ao mesmo tempo que digere tudo isso através de um imaginário brasileiro.

AULA 062 – O CINEMA DE ROGÉRIO SGANZERLA | 42 min
Rogério Sganzerla foi o cineasta mais importante do cinema marginal brasileiro. Nesta aula, que também funciona como parte da nossa série de aulas sobre o cinema marginal, eu analiso os principais filmes do cineasta e reflito sobre a sua produção de modo geral. Através de uma filmografia que foi se tornando cada vez mais radical, podemos afirmar que Sganzerla foi um dos diretores mais inovadores do cinema brasileiro e mundial.

AULA 063 – APOCALYPSE NOW: ENTRE O REALISMO E O ESPETACULAR | 42 min
Nesta aula inteira dedicada ao filme Apocalypse Now, eu proponho uma análise técnica e conceitual da obra. A partir de elementos da unidade estilística definida por Francis Ford Coppola, percebemos que a obra se intercala entre uma abordagem realista e uma abordagem espetacular. Enquanto o horror da guerra é exposto de modo explícito, seus espaços são estilizados como em um pesadelo. O protagonista se encontra dentro um ambiente violento, mas também é parte de uma jornada metafísica.


PRÓXIMAS AULAS:

– ABRIL DE 2021 –
AULA 064 – O ÁPICE DO CINEMA MARGINAL BRASILEIRO

– MAIO DE 2021 –
AULA 065 – CORREÇÃO DE COR NO SHOTCUT
AULA 066 – O FETICHE PELA VEROSSIMILHANÇA NO CINEMA CONTEMPORÂNEO
AULA 067 – A NOVA HOLLYWOOD
AULA 068 – A DIREÇÃO DE ARTE NA UNIDADE ESTILÍSTICA


TODO MÊS NOVAS AULAS SERÃO ADICIONADAS A ESTE CRONOGRAMA.

A PROGRAMAÇÃO DAS AULA ESTÁ SUJEITA A MUDANÇAS

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